Na maioria das consultorias, guardar o que se sabe é vantagem individual. Aqui é o contrário: o consultor é bonificado quando o conhecimento dele é reaproveitado por outro — todo mês, enquanto continuar sendo usado.
O trabalho que você executa em campo é pago por hora técnica, num valor combinado antes do projeto começar. Mas há uma parte do que um consultor sênior entrega que nenhuma hora lançada captura: o que fica na organização depois que o projeto acaba.
É isso que o programa de bonificação remunera. Ele existe porque um método que não é registrado morre com quem o executou — e porque quem escreve o procedimento que outros vão usar está fazendo um trabalho que merece ser pago.
Distribuída mensalmente, proporcional à pontuação de cada consultor. Não depende de quanto você faturou no mês — depende do que você registrou e de quanto isso serviu para outra pessoa.
A reutilização é registrada pelo sistema, não declarada por ninguém. Quando um consultor aplica em um projeto o conhecimento produzido por outro, isso fica gravado com autor, data e projeto. Você não precisa lembrar de reportar — e ninguém consegue inflar a própria pontuação.
Maior pontuação acumulada de contribuição intelectual no período. Reconhece quem mais fortaleceu a inteligência coletiva da rede.
O item de conhecimento com maior número de reaproveitamentos no ano. Premia alcance prático, não volume produzido.
Melhor média de avaliação entre os clientes atendidos no ano. É a qualidade percebida por quem paga a conta.
Maior contribuição na formação de consultores novos da rede. Reconhece quem fez a rede crescer, não só o próprio trabalho.
A premiação é em dinheiro e acontece no encontro anual da rede — o único momento do ano em que todos os especialistas da MRC se encontram pessoalmente.
A rede está em formação, com seleção por especialidade e região. O modelo de remuneração completo — incluindo valores de hora técnica por etapa — é apresentado pessoalmente na conversa de curadoria.
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